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2017, que ano!

Ah, 2017!
Que ano mais especial você têm sido…

Estamos em outubro, comecinho do mês 10 em nossos calendários, mas parece que eu já vivi uns 10 anos diferentes em 2017, e não apenas um ano.

Acho que ando pensando muito nisso porque acabei de fazer aniversário… E é como a gente fala quando completa mais um aniversário, é mais um “ano novo” que começa.
Acho que estou me sentindo assim, como se estivesse começando um ano novo e fazendo um balanço daquele que já foi. 😀

Até agora 2017 foi o ano do desafio da minha primeira maratona; ano de dois aniversários importantes: 30 anos de casada e 50 anos de vida; ano da festa mais bacana que já tivemos por aqui, com a família e amigos, a “Festa dos 80”; ano de duas viagens inesquecíveis e maravilhosas, para a Noruega e para o Atacama; ano de exposições especiais com as minhas mini-prits, e a ótima experiência da Exposição (Des) Limite(s), com meu livro de artista “Caixas de Viagem I”, que ainda está acontecendo.
E ainda, ano da minha primeira participação na Feira Miolos, de publicações independentes, que ainda vai acontecer, em novembro.

Ano de experimentar técnicas novas, de rever técnicas antigas e de gravar alguns vídeos bem bacanas para meu canal.
Ano do evento Blythecon Rio – tão especial! – e que trouxe a vontade de criar um novo espaço para as Blythes e minhas bonecas colecionáveis, por isso criei meu novo Canal das Blythes.
Vocês já devem saber que adoro criar novos blogs e sites, não é mesmo?

Nossa!
Um ano assim, que veio para trazer um novo ânimo, novos tempos e novas vibrações, a gente sé pode agradecer.

E eu agradeço a vocês hoje, antes mesmo dele terminar, agradeço por um ano tão bacana, com a companhia de vocês.
Adoro esse meu blog, e adoro compartilhar as coisas aqui com vocês.

Agora é só não deixar a peteca cair e aproveitar esses últimos três meses, deixar muitas coisas boas plantadas para o ano novo que virá (e vai ter coisas boas e novas sim!), e seguir com muitas ideias e projetos legais, como eu sempre gosto, e como preciso, para me manter ativa.
Obrigada por me acompanharem aqui! 😀


“A dor é inevitável. Sofrer é opcional”

Meu pé direito agora é que está com a fasciite complicada, a dor está intensa, e a corrida prejudicada.
A fáscia é a membrana que envolve o músculo, e é ela que se “liga” aos ossos (todos nossos músculos têm essa capa, a fáscia). No meu caso é a fáscia da planta do pé que está inflamada, e, forçando o osso do calcanhar (onde se prende) forma esporões que causam muita dor. Eu tive esse problema no pé esquerdo em 2014 e só agora ele está realmente ficando bom. Ao menos consegui correr a maratona em junho, não posso me queixar.

Na corrida é assim, como muito bem escreveu Haruki Murakami em seu livro “Do que eu falo quando falo de corrida”: A dor é inevitável. Sofrer é opcional.

Dessa vez escolhi que não vou sofrer, então já aceitei minha nova condição, preciso cuidar desse pé. Mas também não vou ficar sem correr totalmente, porque sei o quanto isso me custa.

Meus treinos mudaram, corrida agora só duas vezes por semana, por 7,5 km no máximo, e correndo na grama ou cascalho, nada de asfalto. Muito menos dos que os 50, 60 km por semana de corrida que eu estava fazendo durante meus treinos para a maratona.

Para não ficar sem os treinos aeróbicos, resolvi assumir a bicicleta.
Me presenteei com um modelo de treino, mais adequado que a bike de passeio que eu usava; comprei capacete, luvas, bermuda especial e agora vou pedalar três vezes por semana, treinos mais intensos, ao invés de apenas fazer o treino leve aos sábados, entre as corridas. A cada treino, pelo menos 20 km de pedaladas, é eu objetivo. E em um dos dias da semana farei meu longo, com 30, quem sabe até 40 km.

Não é de todo mal.

Mudar é bom, e, quase sempre, necessário. Nesse caso, inevitável.
O que não consigo mesmo é ficar parada. E vamos lá ver o que os treinos de bike irão me trazer de bom. 😀