Arquivos diários: 10 de março de 2017

No ateliê com a Cris

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Trabalho finalizado ontem, essa tela está prontinha…
Mas ao invés de simplesmente pintá-la, eu gravei, em tempo real, a pintura, e em breve ela irá para mue canal Cores da Cris, na lista de vídeos “No Ateliê com a Cris”.

Veja também abaixo:

Nessa modalidade de vídeos, que eu consigo gravar com mais frequência, pois basta que eu ligue minha câmara no tripé sobre minha mesa, eu posso compartilhar com vocês meus trabalhos exatamente como eles foram feitos. Essa é a parte legal!
E, assim, posso complementar aquilo que mostro em posts com fotos aqui e em passo a passo em outros vídeos.

Tô gostando de fazer esse tipo de vídeo, e espero as sugestões de vocês…

O que vocês gostariam de ver por aqui?
Deixe um comentário, eu leio, respondo, e se puder, atenderei! 😀


A realidade é dura…

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Não gosto de fotos de pés. Ninguém gosta.

Tem um post famoso, com a foto de dois pés de uma bailarina com sapatilhas, as sapatilhas gastas, mas é até bonito… mostra que foram usadas.
E depois a foto dos mesmos pés sem as sapatilhas, tortos, machucados, cheio de bolhas.

Pensei nesse post quando fiz a foto acima, dos meus pés, ontem, após minha corrida.
Perto dos pés daquele post – o da bailarina – os meus até que estão inteiros: duas unhas roxas, uma unha levantando, uma bolha no dedão, outra na lateral do pé esquerdo. Tá bom, tá ótimo!

Mas é legal para a gente entender que sim, é um esforço. E dos grandes: em uma semana meus pés ficaram assim.

Essa semana corri o longo duas vezes, em 5 dias, porque nesse próximo domingo, dia em que faço os longos, não estarei em SP.

Foram 16km corridos no domingo, 10km na terça e mais 16km ontem, quinta, quando fiz a foto.
Corri 42 km em 3 dias, com intervalo de uma dia entre cada corrida. Isso é o começo dos meus treinos longos para a maratona.
E uma maratona são 42 km, os mesmos 42 km, só que corridos no mesmo dia, em 4h, 5 horas.

Sei lá como vou chegar lá. Dizem que os treinos são piores que a prova em si.
Não sei…

Já corri 31 km em 3h30, foi meu máximo. É duro, bem duro. Não sei como farei para chegar aos 42. Mas estou fazendo o possível para chegar lá.
E segue a vida. 😀