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E as últimas páginas do caderno “Passarinho”

Olá, amigas e amigos, bom dia!

Seguem as últimas páginas duplas do meu caderno de arte alterada “Passarinhos”…

Ah, e só para lembrá-los, já estão dsiponíveis na LOJA do meu site as serigrafias de passarinhos que usei nesse caderno. não tenho uma quantidade muito grande delas, mas para quem é fã do tema, vale a lembrança…


Esse passarinho é uma joaninha…

Para essa página eu fiz um esponjado com tinta guache lilás no fundo e só!
Depois colei a serigrafia do passarinho-joaninha, na outra página mais um pedaço de renda de papel e serigrafias de corações para completar.


E a última dupla de páginas…

Essa dupla final é minha preferida… O fundo, aquarelado e também manchado com plástico, em tom de turquesa. Sobre a renda de papel colada inteira, as serigarfias recortadas de vários modelos – eu faço mutio isso, vou aproveitando pedaços e detalhes das garvuras e guardando cada pedacinho (qualquer hora dessas mostro para vocês minha caixa de recortes) para fazer imagens diferentes.

Todas as páginas tiveram como acabamento na parte interna a colagem de fitas, lãs e cordõezinhos. Uso sempre cola branca Cascorez rótulo azul para as colagens. E só!

A única coisa que ficou faltando fazer é a decoração da capa… Mas ainda vou fazer, prometo!

Bom dia para vocês… e já aviso que ainda no final dessa semana vou postar mais uma MINIAULA aqui.


“Quando o corpo pede um pouco mais de alma”…

Olá, pessoal, boa tarde!

Peço licença ao Lenine, de quem sou fã incondicional, para usar uma de suas frases no título do meu post de hoje. Sim, tem hora que o corpo pede mais um pouco mais de alma, e foi essa a inspiração do caderno que irei mostrar a vocês hoje – aliás, a inspiração veio dessa música e da minha coleção de Divinos (na foto abaixo) também.


Parte da minha coleção de Divinos

Mas, antes de mostrar o caderno, conto que sigo aqui, reclusa em meu ateliê, trabalhando com nunca… Semana que vem vou participar de um evento especial e estou correndo para finalizar tudo. Muito trabalho, mas feliz e realizada, afinal esse é um projeto, ou melhor, um sonho antigo.

Muito bom!
Mas meu corpo está pedindo um pouco mais de alma, juro, juro! E pensando nisso resolvi escrever para vocês um pouco, afinal, isso me dá um tantão mais de alma, acreditem…

Pensando nisso tudo, nada melhor do que mostrar meu mais “cheio de alma” caderno artístico, o caderno “Divino”:


Caderno Divino

Eu já mostrei esse caderno para vocês antes, já publiquei o passo a passo em revista, já o apresentei na tv… ou seja, esse post não é novidade, mas vou começar mostrando com mais detalhes as páginas que fiz e posteriormente novas páginas virão.

O caderno que usei é um desses cadernos simples, tipo brochura e de capa dura. Eu desmontei o caderno separando o miolo da capa, retirei a película plástica da capa, pintei tudo com base acrílica para artesanato e depois fiz uma pintura manchada com sal e tinta aquarela líquida.

E para decorar a capa eu fiz uma colagem/bordado com tecidos pintados a mão e engomados com termolina, para que não desfiassem ao ser recortados.


Primeira página dupla do caderno

No verso da capa e na primeira página do caderno eu fiz uma pintura com aquarelas líquidas também, mas na primeira página eu também trabalhei com tinta guache branca, aplicada com um pincel de cerdas duras e sobre a pintura aquarelada já bem seca. Raspei o pincel na página, com a tinta guache branca sem diluir, e ela deu um acabamento meio de pátina no papel.


Detalhe da página com texto

Depois eu usei canetinhas coloridas e tinta guache para pintar os desenhos e barradinhos da página, sobre o fundo já bem seco, naturalmente. E com uma caneta preta de escrita fina escrevi o texto.


Detalhe da página com desenho

Ah, também colei uns pequenos corações de papéis coloridos feitos em furadores de scrapbooking. E para finalizar, peguei a cera em pasta na cor prata e passei em toda a página, bem pouco, com as pontas dos dedos, só para realçar mais o efeito de pátina envelhecida que dei ao papel.

Adoro Divinos! Tanto que eles são tem de uma coleção em minha casa, coleção que está crescendo, e espero, nunca deixe de crescer, assim como nossas almas.